sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Neurônios Espelho

 Da wikipedia:


"Um neurônio espelho (também conhecido como célula-espelho) é um neurônio que dispara tanto quando um animal realiza um determinado ato, como quando observa outro animal (normalmente da mesma espécie) a fazer o mesmo ato. Desta forma, o neurônio imita o comportamento de outro animal como se estivesse ele próprio a realizar essa ação. Estes neurônios já foram observados de forma direta em primatas, também existe em humanos e alguns pássaros."


Eu não conhecia os tais neurônios espelhos. 


Achava graça quando eu me acocorava para conversar com ela e assim ficar na mesma altura, olho no olho, e então ela se acocorava também.


Essa é a minha lembrança singela de hoje!

sábado, 30 de maio de 2020

Uma saca de sal

Do dito popular: para se conhecer uma pessoa é preciso uma saca de sal.
Que quer dizer que é preciso tempo para se conhecer bem um pessoa, o sal a gente usa aos poucos, e sua todo dia e é assim que se conhece uma pessoa, sempre todo dia, um pouquinho por dia e dia a dia.
Podemos nos entupir de cerveja, fazer um doce de abóbora e gastar um quilo de açúcar, mas nem num churrasco se usa uma saca de sal.
E sal temos que ter sempre, já fiquei em casas sem açúcar, mas nunca sem sal.
E também podemos entender que não há a menor graça em conhecer uma pessoa sem sal ou estar num relacionamento sem tempero.

domingo, 29 de março de 2020

Quarentena 01


Olá,
Não. Não é o primeiro dia de quarentena. Na verdade estou sem sair de casa desde terça-feira, dia 24 de março, 5 dia portanto.
Hoje não devo sair e nem depois.
É um tempo muito estranho e somente hoje me bateu uma tristeza mais profunda.
Uma solução é fazer coisas que gostamos, por isso estou lançando um intermitente, esporádico, irregular e totalmente sem compromisso: Desafio Muroa de Quarentena.
Aproveite!

Desafio 01

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Amigos

É inevitável. Chega o fim de ano e começo a fazer um balanço do ano, da vida, de tudo e isso inclui amigos.
Como eu mudei muito tenho amigos espalhados por todo canto o que é muito bom, em compensação não tenho amigos de ver sempre, de convivência constante.
Isso não é bom e nem ruim, afinal, mesmo que distante no tempo e no espaço os meus amigos se fazem presentes.
No balanço de fim de ano me deparei a pensar nisso e a pergunta que me ficou foi:

Porque uma pessoa com quem não convivo, que não vejo há anos, me dá tanta alegria no reencontro?

Não é a conversa daquele momento e nem a lembrança de tempos passados.
É uma semente que foi plantada e ainda vive, é saber que o interlocutor é alguém que tem minha confiança, um passo que pode andar a meu lado, um ombro para consolar, uma mão para animar.
E isso não do momento, mas permanente.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Pequenas lembranças

Lendo "A História da Vida Privada" me dei conta que a humanidade só recentemente se apropriou de tantos objetos de lembranças. O homem coletor/caçador por sua característica nômade não tinha condições de guardar lembranças. Objetos sem utilidade prática eram poucos e muito especiais. Mesmo mais recentemente não tínhamos condições de guardar objetos que nos remetiam a lembranças especiais.
Alguns poucos objetos carregados de significado nos acompanhavam por todo uma vida ou até mais, quando guardávamos aquele anel da avó, aquele cachimbo que foi do avô.
Hoje ficou a lembrança desse tempo e uma infinidade de souvenirs, mementos e outros objetos que, por sua quantidade, perderam significados.
Eu, como sou meio nômade, não consigo guardar tantos objetos e já perdi vários nas minhas tantas mudanças.
Por isso, os que tenho não os guardo escondidos dos outros e de mim, ficam ao meu para me trazerem boas lembranças no momento presente. Já perdi objetos que guardara com tanto cuidado que nem os aproveitei.
Essa caixinha fica na minha mesa o tempo todo, ao lado de alguns outros. Se eu a perder não me será perdida as alegrias que me deu.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Dia dos mortos

Nesse domingo eu fui a uma feira no Memorial da América Latina.
O tema era o dia dos mortos, com música latina, comidas típicas e uma exposição sobre o tema com trabalhos de alunos de ETECs e FATECs.
Muito sol, muito calor, pouca sombra. Aliás, porque não há árvores no Memorial da América Latina? Faz muita falta.
A comida estava boa e a exposição era bem simples.
Também vimos uma exposição no salão de criatividade que tinha coisas bem bonitas.
Enfim, não foi assim tão bom mas foi melhor do que ficar em casa vendo televisão.
Foi possível percepção o quanto somos carentes de espaços públicos e ações como essas. O evento lotou apesar do sol e da comida cara.

domingo, 3 de novembro de 2019

Meus caros amigos

O título é o nome de um filme italiano de Mario Monicelli.
https://en.wikipedia.org/wiki/My_Friends_(film)

Eu achei muito divertido à época e ri bastante de todos os esquetes.
Hoje escrevo por causa de um esquete em especial: Um dos amigos tem um caso com um jovem linda, maravilhosa e casada. Ele fica na dúvida, sofre e finalmente resolve contar tudo para o marido que estranhamente aceita tudo com tranquilidade e deixa a esposa ir embora sem criar qualquer empecilho. O namorado fica feliz e quando ia sair, o marido coloca uma condição, levar também os casacos, os sapatos, as contas dos clubes, o chofer, o cachorro....
Ninguém é uma ilha, começar um relacionamento significa se relacionar com as pessoas do entorno, família primeiramente, e depois amigos.
Eu encontrei uma pessoa maravilhosa que me faz muito feliz e que tem também amigos maravilhosos que gostam muito dela, admiram e apreciam sua companhia.
Esses amigos também me acolheram e me fazem muito feliz.
Especialmente porque aprendi a brincar livre!