segunda-feira, 26 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Dia dos Pais
Ontem foi dia dos pais. E que dia! Nunca escondi que queria ter um filho, fui abençoado com uma filha e sou imensamente feliz por isso.
Ensinei a ela o nome das ferramentas, a jogar xadrez, foi divertido. E só não foi em vão por que foi divertido.
Nesse dia dos pais ela me deu dois presentes especiais, uma camiseta feita por ela mesma e fomos juntos assistir um jogo de futebol. Na verdade um jogo de futebol americano, na verdade da modalidade “flag” e para ver os Red Necks que perderam gloriosamente por 44 a 6.
Pensei em ligar para os meus amigos que são pais e os parabenizar e receber também parabéns, mas não o fiz, fiquei curtindo o meu dia dos pais.
Hoje, passada a euforia de um excelente domingo, eu pensei que a minha profissão de professor me faz em uma pequena medida o papel de pai, o papel de ensinar. Tenho colegas que não tem filhos, mas que adotaram vários alunos e sei que alguns desses alunos os tem em alguma medida como pais.
Abaixo a letra de “Pai Grande” de Milton Nascimento.
Meu pai grande
Inda me lembro
E que saudade de você
Dizendo: eu já criei seu pai
Hoje vou criar você
Inda tenho muita vida pra viver
Meu pai grande
Quisera eu ter graça pra contar
A história dos guerreiros
Trazidos lá do longe
Trazidos lá do longe
Sem sua paz
De minha saudade vem você contar
De onde eu vim
É bom lembrar
Todo homem de verdade
Era forte e sem maldade
O dia vai
O dia vem
Todo filho seu
Seguindo os passos
E um cantinho pra morrer
Pra onde eu vim
Não vou chorar
Já não quero ir mais embora
Minha gente é essa agora
Se estou aqui
Eu trouxe de lá
Um amor tão longe de mentiras
Quero a quem quiser me amar
sábado, 20 de julho de 2013
Com que roupa...
"Agora vou mudar minha conduta...vou tratar você com força bruta, prá poder me reabilitar..."
Tudo bem, eu realmente preciso ir à luta, as coisas não estão acontecendo e eu preciso dar uma sacudida. A inspiração veio do samba de Noel.
Mas quem eu preciso tratar com força bruta? Quem é o você? Quem vai me reabilitar?
Quem vai me reabilitar sou eu mesmo, mais ninguém. Isso foi fácil.
Quem é o você é mais difícil, se sou eu mesmo que tenho que me reabilitar, sou eu mesmo que tenho me tratar com força bruta? Parece que não. A força bruta não parece ser a receita para mim mesmo.
Será que é somente uma rima? Pode ser.
Prefiro acreditar que é a própria vida.
No mundo adulto eu preciso cavar o mesmo espaço e preciso colocar aí a minha ação. Não esperar que as coisas aconteçam, que os convites cheguem, que as oportunidades venham até mim.
Agora eu vou tratar você com força bruta! Vou atrás dos meus sonhos, bater em mais portas, me expor mais, ouvir "nãos", testar meus limites... agora é a hora.
Com Que
Roupa?
Noel Rosa
Agora vou mudar minha conduta
Eu vou pra luta pois eu quero me aprumar
Vou tratar você com a força bruta
Pra poder me reabilitar
Pois esta vida não está sopa
E eu pergunto: com que roupa?
Com que roupa que eu vou
Pro samba que você me convidou?
Com que roupa que eu vou
Pro samba que você me convidou?
Agora eu não ando mais fagueiro
Pois o dinheiro não é fácil de ganhar
Mesmo eu sendo um cabra trapaceiro
Não consigo ter nem pra gastar
Eu já corri de vento em popa
Mas agora com que roupa?
Com que roupa que eu vou
Pro samba que você me convidou?
Com que roupa que eu vou
Pro samba que você me convidou?
Eu hoje estou pulando como sapo
Pra ver se escapo desta praga de urubu
Já estou coberto de farrapo
Eu vou acabar ficando nu
Meu terno já virou estopa
E eu nem sei mais com que roupa
Com que roupa que eu vou
Pro samba que você me convidou?
Com que roupa que eu vou
Pro samba que você me convidou?
terça-feira, 28 de maio de 2013
Voltas em torno do sol
![]() |
| Fernando Gonzalez - Níquel Náusea - Ano II N. 2 - 1987 |
Um dia não é diferente de outro dia, e a cada dia ficamos um pouco mais velhos, mais experientes, mais próximos da morte.
Marcar uma data, celebrar uma volta em especial, um dia em detrimento dos demais?
Que sentido faz?
Faz todo o sentido.
Nos dias especiais celebramos a vida.
Celebramos estarmos dando voltas em torno do sol em companhia de outras pessoas a quem queremos bem e que nos querem bem.
75 pessoas mandaram mensagens de parabéns no meu 47º aniversário.
Foi muito bom! Foi especial!
Amigos de vários tempos, de vários momentos. Que me conheceram em diferentes fases de minha vida, que me conheceram com diferentes nomes, mas sempre eu.
A todos meu muito obrigado!
E vamos curtindo o sol...
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Só podemos nos dar o amor...
do qual todas as outras coisas são símbolos.
Esta é a dedicatória de Jorge Luís Borges a Elsa. A mais bela dedicatória que já vi.
Foi assim que recebi os presentes na minha festa de doutorado.
Três presentes não aparecem na foto, mas nem por isso são menos importantes. Foram devidamente consumidos. Meu cunhado me deu a cerveja da festa, a melhor cerveja do Brasil segundo os alemães que aqui vem nos visitar; Minha prima e colega de pesquisa me deu um caixa de chocolates da Kopenhagem e meu colega de pesquisa alemão me deu um conjunto de Ferrero Rocher. Presentes que refrescam e adoçam.
Bom, dois foram proto-presentes. Um, o apontador a laser e apresentador que meu ex-aluno Cyro me deu sem razão aparente e que usei em várias aulas e também na apresentação da defesa. Outro, o uísque que ganhei do Alexei e que esperou por anos até o término do doutorado. Era um incentivo e uma cobrança a mim mesmo. Abrir só depois de terminado. Foi ótimo tomar um copo junto com meu pai.
O primeiro presente veio de meu orientador, um Cava para saborear em algum momento especial e lembrar do tempo.
Logo em seguida ganhei um agenda (vermelha) e uma caneta (prateada) de meu cunhado que assistiu a defesa. Esta agenda é especial, pode torcer, virar, mexer que as páginas não saem. Talvez ele não se lembre, ganhei dele uma agenda em 2006 quando fui para a Alemanha a primeira vez. Usei muito lá, quando havia problema de comunicação (e havia muitos) eu mostrava o escrito na agenda. Assim como era naquela agenda que marcava os horários dos ônibus e dos trens.
Já na festa veio o pessoal de Botucatu. Do Carlão e da Helena ganhei o livro "Rápido e Devagar: duas formas de pensar". Lembrei dos livros que trocávamos lá no século passado, das impressões que nos causaram o "Dicionário Kazar".
Ainda do pessoal de Botucatu ganhei dos presentes especiais, uma caneta gravada com "Dr. A³ Moura" e um apontador a laser. O uso da "a³moura" vem do final da faculdade, não me lembro mais de quem foi a feliz observação sobre os três "as" se multiplicando. No encontro de 20 anos da minha turma um colega me chamou de "A ao cubo" lembrando da história. Hoje, isso virou meu nome na net, para todo e qualquer uso. O apontador a laser é agora meu companheiro de aulas, aposentei o do Cyro, mas não a lembrança. Infelizmente não guardei de quem ganhei o quê. Muito obrigado, André, Helenice e Conrado.
José Paulo me deu as cervejas. Cervejas brasileiras com gosto de Alemanha, para lembrar do tempo lá e do tempo cá. Também vem com o convite que ainda não se realizou de irmos para Campos do Jordão.
O jogo de War veio do Christian, ele conseguiu fazer o contraponto entre o doutorado, sério, maduro e o jogo, divertido, jovem. Um belo incentivo e um presente que se percebe escolhido a dedo.
Dos meus irmãos ganhei presentes plenos de significado.
Minha irmã caçula me deu um DVD (sim a capa imita um VHS) "Um Barzinho e um violão". Colocando este DVD para tocar veio uma lembrança contínua, das brincadeiras de criança, das aulas de computação, dos desafios da faculdade, das nossas pecinhas de teatro, do gosto intenso por música, e por fim dos barzinhos com música ao vivo, que fomos pouco e precisamos ir mais.
Minha irmã Silvia me deu a caneta que imita uma plaquinha de rua. Rua Carlos Botelho. Em São Carlos era essa a rua da casa dos nossos avós. Das férias em que ficávamos os onze primos juntos, das férias "sem pai nem mãe". Das boas lembranças de casa de Vó e Vô.
Do meu irmão ganhei um relógio que veio junto com um desafio. Traduzir "Einheit macht Stark". A união faz a força, traduzi erroneamente. Meu cunhado depois corrigiu para "A união fortalece". Meu doutorado vem com muito de Alemanha, afinal foi lá que fiz meu sanduíche. Meu avô (que morou na Carlos Botelho) é a nossa conexão com a Alemanha e me deixou de herança um relógio de mesa, que conservo até hoje.
Por fim, o presente da minha mãe. A balança de dois pratos. Este presente perpassa por todos as lembranças anteriores, lembro da balança na casa de meus avós, na casa de meus pais, da ausência dos pesinhos menores, da substituição por outros comprados depois de muita procura, de haver desrosqueado o peso maior. Lembro também de recentemente ter recuperado com cuidado, mandando jatear, pintar, trocar os parafusos, lixar e envernizar o suporte dos pesos e ver a balança de novo em lugar de destaque no bufê de minha mãe ao lado da mesa de jantar. Eu fiquei especialmente emocionado com esse presente.
Esse conjunto de presentes é a prova mais concreta da dedicatória de Borges.
Muito obrigado!
Ah....a medalha da maratona foi o presente que dei a mim mesmo!
Esta é a dedicatória de Jorge Luís Borges a Elsa. A mais bela dedicatória que já vi.
Foi assim que recebi os presentes na minha festa de doutorado.
Três presentes não aparecem na foto, mas nem por isso são menos importantes. Foram devidamente consumidos. Meu cunhado me deu a cerveja da festa, a melhor cerveja do Brasil segundo os alemães que aqui vem nos visitar; Minha prima e colega de pesquisa me deu um caixa de chocolates da Kopenhagem e meu colega de pesquisa alemão me deu um conjunto de Ferrero Rocher. Presentes que refrescam e adoçam.
Bom, dois foram proto-presentes. Um, o apontador a laser e apresentador que meu ex-aluno Cyro me deu sem razão aparente e que usei em várias aulas e também na apresentação da defesa. Outro, o uísque que ganhei do Alexei e que esperou por anos até o término do doutorado. Era um incentivo e uma cobrança a mim mesmo. Abrir só depois de terminado. Foi ótimo tomar um copo junto com meu pai.
O primeiro presente veio de meu orientador, um Cava para saborear em algum momento especial e lembrar do tempo.
Logo em seguida ganhei um agenda (vermelha) e uma caneta (prateada) de meu cunhado que assistiu a defesa. Esta agenda é especial, pode torcer, virar, mexer que as páginas não saem. Talvez ele não se lembre, ganhei dele uma agenda em 2006 quando fui para a Alemanha a primeira vez. Usei muito lá, quando havia problema de comunicação (e havia muitos) eu mostrava o escrito na agenda. Assim como era naquela agenda que marcava os horários dos ônibus e dos trens.
Já na festa veio o pessoal de Botucatu. Do Carlão e da Helena ganhei o livro "Rápido e Devagar: duas formas de pensar". Lembrei dos livros que trocávamos lá no século passado, das impressões que nos causaram o "Dicionário Kazar".
Ainda do pessoal de Botucatu ganhei dos presentes especiais, uma caneta gravada com "Dr. A³ Moura" e um apontador a laser. O uso da "a³moura" vem do final da faculdade, não me lembro mais de quem foi a feliz observação sobre os três "as" se multiplicando. No encontro de 20 anos da minha turma um colega me chamou de "A ao cubo" lembrando da história. Hoje, isso virou meu nome na net, para todo e qualquer uso. O apontador a laser é agora meu companheiro de aulas, aposentei o do Cyro, mas não a lembrança. Infelizmente não guardei de quem ganhei o quê. Muito obrigado, André, Helenice e Conrado.
José Paulo me deu as cervejas. Cervejas brasileiras com gosto de Alemanha, para lembrar do tempo lá e do tempo cá. Também vem com o convite que ainda não se realizou de irmos para Campos do Jordão.
O jogo de War veio do Christian, ele conseguiu fazer o contraponto entre o doutorado, sério, maduro e o jogo, divertido, jovem. Um belo incentivo e um presente que se percebe escolhido a dedo.
Dos meus irmãos ganhei presentes plenos de significado.
Minha irmã caçula me deu um DVD (sim a capa imita um VHS) "Um Barzinho e um violão". Colocando este DVD para tocar veio uma lembrança contínua, das brincadeiras de criança, das aulas de computação, dos desafios da faculdade, das nossas pecinhas de teatro, do gosto intenso por música, e por fim dos barzinhos com música ao vivo, que fomos pouco e precisamos ir mais.
Minha irmã Silvia me deu a caneta que imita uma plaquinha de rua. Rua Carlos Botelho. Em São Carlos era essa a rua da casa dos nossos avós. Das férias em que ficávamos os onze primos juntos, das férias "sem pai nem mãe". Das boas lembranças de casa de Vó e Vô.
Do meu irmão ganhei um relógio que veio junto com um desafio. Traduzir "Einheit macht Stark". A união faz a força, traduzi erroneamente. Meu cunhado depois corrigiu para "A união fortalece". Meu doutorado vem com muito de Alemanha, afinal foi lá que fiz meu sanduíche. Meu avô (que morou na Carlos Botelho) é a nossa conexão com a Alemanha e me deixou de herança um relógio de mesa, que conservo até hoje.
Por fim, o presente da minha mãe. A balança de dois pratos. Este presente perpassa por todos as lembranças anteriores, lembro da balança na casa de meus avós, na casa de meus pais, da ausência dos pesinhos menores, da substituição por outros comprados depois de muita procura, de haver desrosqueado o peso maior. Lembro também de recentemente ter recuperado com cuidado, mandando jatear, pintar, trocar os parafusos, lixar e envernizar o suporte dos pesos e ver a balança de novo em lugar de destaque no bufê de minha mãe ao lado da mesa de jantar. Eu fiquei especialmente emocionado com esse presente.
Esse conjunto de presentes é a prova mais concreta da dedicatória de Borges.
Muito obrigado!
Ah....a medalha da maratona foi o presente que dei a mim mesmo!
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Doutor
Achei estranho só ter me interessado pela etimologia da
palavra depois de obter o título. Doutor vem de doutrina, ensinamento, pode
significar aquele que tem um ensinamento a passar, daí a necessidade de uma
tese com originalidade.
Depois da defesa há um sentimento esquisito que no meu caso
veio em ondas, ondas de satisfação, ondas de exultação, ondas de alívio, e
também ondas de aflição e de tensão como que remoendo a intensidade do evento.
Aliás, esse deve ser o motivo, todo um processo longo se concentra em algumas
horas de atividade intensa.
Da primeira reflexão com alguma tranquilidade, depois da
defesa, depois da festa, depois da vida começar a voltar ao normal, veio a
busca pelo sentido da palavra e a ideia de repassar o processo, talvez de um
modo mais longo, talvez nesse post mais simples.
Querer ser doutor tem um pouco de vaidade, não há como
negar. Para mim foi uma viagem tentar resgatar de onde isso começou.
No ano 2000 eu fiz alguns passatempos para minha página na
internet e pensei comigo: será que não consigo vender isso? A consequência foi
um contato com a Ediouro que encomendou um programa para ajudar a elaborar
criptogramas. Eu fiz o programa e fiz questão de ir ao Rio de Janeiro receber.
Foi minha primeira viagem ao Rio. Lá conversei com o editor-chefe, almoçamos
juntos e ele fez a pergunta que mudou minha vida “O que você está fazendo na Sabesp?”.
Desse questionamento veio a vontade de buscar alternativas, mas como eu já
tinha muito tempo de Sabesp era considerado funcionário público e praticamente
excluído de qualquer oportunidade na iniciativa privada. Para eliminar essa
pecha resolvi voltar para escola, e a solução foi buscar um mestrado. Antes de
terminar o mestrado eu fui chamado para trabalhar no IBTA, hoje Veris do grupo
IBMEC. Terminei o mestrado e por estar na área acadêmica segui o curso natural
de continuar no doutorado.
Enquanto estive no IBTA não consegui dar andamento ao
doutorado, fiz as disciplinas, ajudei um pouco no laboratório de pesquisa, mas
era impossível conciliar a dinâmica de gerente em uma corporação com os estudos
de um doutorado. Portanto, não consegui concluir no período de 4 anos. Fiz o
reingresso e tudo continuou como era. Trabalhando e sendo doutorando sem
caminhar no doutorado.
A mudança veio com a saída do IBTA e a entrada na Unimep
como professor e coordenador de informática. Isso mudou bastante e deu um
impulso ao doutorado, mas não o suficiente para terminar. Precisei de uma bolsa
de estudos de um ano na Alemanha para efetivamente dar conta dos estudos. Lá
desenvolvi a tese, os aplicativos, publiquei, enfim, foi lá que fiz
efetivamente o doutorado. Na volta, foi fechar a tese a agora defendê-la.
Durante o processo tive que extrair um paraganglioma. Nesse
ponto agradeço muito ao Dr. André Del Negro, que foi extramente profissional e
amigo, dando toda a tranquilidade que precisava.
Também durante o processo, enquanto estava na Alemanha, tive
dificuldades imensas de comunicação e contei com a ajuda profissional de
Barbara Palmero, que inicialmente me socorreu com os conceitos de Comunicação
Não Violenta e depois fez um coaching excelente para a continuidade do
processo.
Além dessas duas ajudas profissionais, não posso deixar de
mencionar o apoio dos amigos e da família que sempre estiveram presentes. Nos
momentos de dúvida, e não foram pouco, sempre houve uma palavra de incentivo.
Mateus, Raquel e Joselito foram os apoios mais preciosos no
período da Alemanha e como foi lá que verdadeiramente escrevi a tese, foi a
eles que a dediquei.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Quebra-cabeça
Para montar quebra-cabeças é preciso um pouco de ansiedade. Pessoas que não são ansiosas não conseguem se debruçar por horas tentando achar uma peça em mil. Eu consigo.
Não sou assim fanático, mas já montei alguns de 1500, 3000 peças e me divirto muito com os menores, especialmente se for em grupo.
Um fato interessante sobre quebra-cabeças é que muitas vezes passamos várias vezes por um peça e não achamos que possa encaixar, pulamos essa peça e tentamos outras, várias outras. Depois de muito tentar arriscamos e voilà! a peça se encaixa perfeitamente.
Mais que se encaixar, só nesse momento podemos perceber com a figura se completa, como aquele detalhe que não fazia sentido está perfeito no todo.
Isso também pode acontecer com pessoas. Aquela pessoa que você nunca podia imaginar numa situação vai lá e se dá muito bem, se comporta como profissional e dá um show.
Isso aconteceu comigo em relação a uma amiga que agora mora na Austrália.
Eu nunca a imaginei "mãe". Não achava que combinava com ela, com as roupas, com os jeitos, com o modo de falar, enfim, seria a última coisa que eu imaginaria.
Pois é.
O filho dela está com seis meses e ela está dando um show. Uma mãe amorosa, carinhosa e apaixonada. Apaixonada pelo filho sim, mas também pelo fato de ser mãe.
E agora toda a figura faz sentido, estava tudo lá e eu não via. Uma mãezona que de vez em quando solta um palavrão, hehe.
Não sou assim fanático, mas já montei alguns de 1500, 3000 peças e me divirto muito com os menores, especialmente se for em grupo.
Um fato interessante sobre quebra-cabeças é que muitas vezes passamos várias vezes por um peça e não achamos que possa encaixar, pulamos essa peça e tentamos outras, várias outras. Depois de muito tentar arriscamos e voilà! a peça se encaixa perfeitamente.
Mais que se encaixar, só nesse momento podemos perceber com a figura se completa, como aquele detalhe que não fazia sentido está perfeito no todo.
Isso também pode acontecer com pessoas. Aquela pessoa que você nunca podia imaginar numa situação vai lá e se dá muito bem, se comporta como profissional e dá um show.
Isso aconteceu comigo em relação a uma amiga que agora mora na Austrália.
Eu nunca a imaginei "mãe". Não achava que combinava com ela, com as roupas, com os jeitos, com o modo de falar, enfim, seria a última coisa que eu imaginaria.
Pois é.
O filho dela está com seis meses e ela está dando um show. Uma mãe amorosa, carinhosa e apaixonada. Apaixonada pelo filho sim, mas também pelo fato de ser mãe.
E agora toda a figura faz sentido, estava tudo lá e eu não via. Uma mãezona que de vez em quando solta um palavrão, hehe.
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