Foi minha irmã que comentou comigo usando este termo: "Reserva Emocional". Ela falou como se fosse conhecido e até que eu mesmo já tivesse usado em outras conversas com ela. Como a minha memória já não anda tão bem como já foi isso bem que pode ser verdade, na hora eu rapidamente associei com "Reserva Cognitiva", aquela poupança intelectual que guardamos para a velhice ao exercitar o cérebro continuamente.
É essa Reserva Cognitiva que mantém meu pai ativo aos 91 anos. Ele ainda resolve palavras cruzadas, Sudoku e joga alguns jogos de cartas no computador, além de exercitar a memória guardando nomes e números de jogadores de futebol. Ao longo da vida a memória vai se esvaindo, a capacidade mental declina e é preciso fazer exercícios para se manter bem no final. A mesma coisa para exercícios físicos.
A Reserva Emocional é a memória de afetos e carinhos que guardamos para momentos internos de felicidade e alegria. Lembrar de momento felizes do passado nos faz feliz no presente. Guardar e oferecer afetos nos mantém felizes.
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